Se você acompanha as notícias sobre o meio ambiente e econegócios, com certeza já ouviu falar do mogno africano.
O que difere a árvore dos mognos brasileiros é liberação por lei para o plantio comercial, por isso é considerada o novo ouro verde.

Chegada ao Brasil

Em 1976, alguns exemplares da Khaya ivorensis, nome científico do mogno africano, foram cultivadas da sede da Embrapa Amazônia Oriental, em Belém do Pará. O que chamou a atenção foi o seu crescimento rápido, altura e diâmetro alcançados pela árvore em pouco tempo. Suas primeiras sementes foram produzidas no país em 1989, permitindo que os agricultores dessem início a expansão do plantio da madeira.

Com a produção das sementes no fim da década de oitenta e a expansão incentivada até os dias de hoje, estima-se a existência de cerca de um milhão de árvores, Khaya ivorensis, plantadas apenas na Amazônia.

Do norte do país, a plantação se espalhou para o centro-sul chegando a Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Em solo mineiro, o cultivo ocorre há mais de 10 anos incentivando os econegócios da região.

Uma característica importante para uma espécie madeireira é o fuste retilíneo, assim, o mogno africano possui uma vantagem sobre os pares da família Meliaceae: o cedro (Cederella odorata), a andiroba (Carapa guianensis) e o próprio mogno brasileiro.

Essa diferença proporciona o plantio em terra firme sob clima úmido e subtropical. A espécie reage bem a adubação orgânica, o que promove 50% de crescimento superior no primeiro ano.

Entre 12 e 18 anos, o mogno africano atinge a idade de corte e se realizando todos os cuidados durante o cultivo o fuste deverá estar com 12 a 15 metros de comprimento e diâmetro entre 60 e 80 centímetros.

Hoje, plantar árvores de mogno africano se tornou uma oportunidade sustentável para a preservação do meio ambiente. Nós, da Ecoshared, viabilizamos essa prática de econegócio que pode ser escalável gerando rendimentos a médio prazo e também fomentamos o plantio de mata nativa sem fins lucrativos em regiões estratégicas para fortalecer o ecossistema local.

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Fontes:
Revista Globo Rural
Brasil Agro